Vocacionados do Pai:

Vocacionados do Pai:
Somos Escolhidos!

segunda-feira, 4 de março de 2013

Benfeitor(a) das Vocações!

    SEJA BENFEITOR(A)
 
AJUDE OS JOVENS VOCACIONADOS EM SUA FORMAÇÃO
        
  Estes jovens, chamados por Deus para colaborar com a missão salvadora da Igreja, precisam de suas orações e de sua ajuda material para que possam formar-se  adequadamente para viver sua missão. Deixe sua mensagem. Desde já asseguramos nossas orações e preces. 
Paz e Bem!
Fraternalmente, Equipe Vocacional - Promapa.

Quer ser um frade capuchinho?



                   Você é jovem. Tem inúmeras possibilidades de realização pela frente. Já refletiu sobre o que vai fazer com essa sua vida tão preciosa? Você pode dar um sentido muito maior a sua vida sendo um frade capuchinho.

Os frades capuchinhos fazem parte da grande família franciscana. Surgiram em 1528, na Itália central, com o propósito de retomar radicalmente o projeto vivido por Francisco de Assis: seguir Jesus Cristo e agir de acordo com os valores do Evangelho, vivendo como irmãos em fraternidade.

Os capuchinhos, pelo jeito simples de ser, identificam-se com o povo simples ao ponto de serem chamados universalmente de “frades do povo”. Portanto, são homens que, doando-se e entregando-se aos necessitados e esquecidos, procuram compreender e partilhar seu sofrimento, proclamando no dia-a-dia os valores do Reino de Deus.

O modo de vida dos frades capuchinhos quer ser uma vivência radical dos valores cristãos, pois a busca constante e diária é viver e agir sempre em sintonia com o Evangelho de nosso Senhor Jesus Cristo.

Se você se identifica com esse projeto, procure entrar em contato conosco. Os frades poderão lhe oferecer, através do serviço de animação vocacional, maior oportunidade para amadurecer e discernir sua vocação.

Fraternalmente, Equipe Vocacional - PROMAPA.


Frei Haroldo Britto, OFMCap (Secretário Vocacional)

Frei Elias Lisboa, OFMCap. (Animador Vocacional - Regional São Luís -MA)


domingo, 3 de março de 2013

Evangelho do dia: (Lucas 13,1-9




 
Domingo, 3 de Março de 2013
3º Domingo da Quaresma


— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Lucas.
— Glória a vós, Senhor!

                  1 Naquele tempo, vieram algumas pessoas trazendo notícias a Jesus a respeito dos galileus que Pilatos tinha matado, misturando seu sangue com o dos sacrifícios que ofereciam.
2 Jesus lhes respondeu: “Vós pensais que esses galileus eram mais pecadores do que todos os outros galileus, por terem sofrido tal coisa? 3 Eu vos digo que não. Mas se vós não vos converterdes, ireis morrer todos do mesmo modo.
4 E aqueles dezoito que morreram, quando a torre de Siloé caiu sobre eles? Pensais que eram mais culpados do que todos os outros moradores de Jerusalém? 5 Eu vos digo que não. Mas, se não vos converterdes, ireis morrer todos do mesmo modo”.
6 E Jesus contou esta parábola: “Certo homem tinha uma figueira plantada na sua vinha. Foi até ela procurar figos e não encontrou. 7 Então disse ao vinhateiro: ‘Já faz três anos que venho procurando figos nesta figueira e nada encontro. Corta-a! Por que está ela inutilizando a terra?’
8 Ele, porém, respondeu: ‘Senhor, deixa a figueira ainda este ano. Vou cavar em volta dela e colocar adubo. 9 Pode ser que venha a dar fruto. Se não der, então tu a cortarás’”.

- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.


Homilia Dominical:   Arrependimento, uma resposta positiva a Cristo


                        Esses dois episódios, como sinais dos tempos, dizem que a morte pode vir de improviso. Assim também o juízo de Deus pode chegar quando menos esperarmos. Por isso, precisamos e devemos nos arrepender de todos os nossos pecados.
Neste Evangelho do 3º Domingo da Quaresma, Jesus deixa claro que não necessariamente há uma relação direta de causalidade entre culpa e sofrimento. Mas as desgraças públicas são, como sinais dos tempos, oportunidade para reflexão e penitência dos pecados. Jesus adverte que toda nação caminha para a ruína se não se converter ao Messias. Todos necessitamos de conversão contínua porque todos erramos. O mistério do sofrimento sem espírito de fé esmaga o homem.
                    Primeiro, arrepender-se é desviar do pecado, mudando de direção em relação à iniquidade.
O arrependimento é mais do que um aprimoramento pessoal, é mais do que uma maneira de se controlar a vida. É uma medida profunda, uma decisão de abandonar tudo o que é estranho a Deus. Essa medida contribui para uma transformação total, a que Jesus chama novo nascimento (João 3,3).
                     Arrepender-se não é simplesmente sentir remorso do pecado cometido. Uma pessoa pode sentir remorso de ter pecado devido às complicações que o pecado trouxe à sua vida, ou devido a uma consequência desvantajosa que tenha de sofrer pelo ato pecaminoso. Judas sentiu remorso por ter traído Jesus, mas não se arrependeu (Mateus 27,3). Pedro, que negou Cristo (Mateus 26,34.69-75), arrependeu-se; Judas sentiu apenas remorso. É possível sentir-se perturbado pelo fato de ter pecado, sem, contudo, arrepender-se.
                     O arrependimento não é simplesmente uma convicção do pecado. No dia de Pentecostes, Pedro expôs o pecado dos judeus que o ouviam. As palavras do apóstolo levaram convicção ao coração deles, a ponto de clamarem: “Que faremos?” (Atos 2,37). Pedro, porém, não considerou essa convicção como arrependimento; pois ao responder à indagação deles, disse: “Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo para remissão dos vossos pecados e recebereis o dom do Espírito Santo” (Atos 2,38).
                    O arrependimento não é simplesmente uma tristeza divina. A tristeza divina por causa dos pecados precede e produz o arrependimento, segundo o apóstolo Paulo: Porque a tristeza segundo Deus produz arrependimento para a salvação, que a ninguém traz pesar; mas a tristeza segundo o mundo produz morte (2 Coríntios 7,10).
                   O arrependimento não deve ser tampouco definido como uma mudança de vida. Ele produz, sim, uma mudança de vida. Se o arrependimento não resultar numa vida transformada, então não houve de fato arrependimento genuíno; mas a mudança de vida não é o arrependimento propriamente dito. João Batista advertia o povo que o seguia: “Produzi, pois, frutos dignos de arrependimento” (Mateus 3,8). O arrependimento real precede os frutos de arrependimento, a saber uma vida mudada.
                   Arrependimento tem a ver com mudança resoluta da vontade própria em relação ao pecado. Envolve o intelecto, as emoções e a consciência. Essa mudança de atitude em relação ao pecado torna-se tão nítida na personalidade humana, que capacita o crente a desistir de um modo de vida. No batismo, uma pessoa é imersa para morrer espiritualmente para o pecado, crucificando seu “velho eu”, de modo que o corpo do pecado seja destruído (Romanos 6,6).
                   Em segundo lugar, arrepender-se é voltar-se para Cristo. Não é apenas uma reação negativa ao mal; é também uma resposta positiva a Cristo.
                  O arrependimento consiste em abandonar o pecado e voltar-se para Cristo para ter vida. Jesus não convidou ninguém para tirar “férias religiosas”, ou dar uma breve trégua na iniquidade.
                  Ele pediu comprometimento total, descrito como um nascimento da água e do Espírito, um nascimento do alto (João 3,5). Essa transformação é tão radical e duradoura que Paulo a comparou com uma circuncisão espiritual, uma remoção completa do corpo da carne por obra de Deus: Nele, também fostes circuncidados, não por intermédio de mãos, mas no despojamento do corpo da carne, que é a circuncisão de Cristo (Colossenses 2,11).
                O arrependimento envolve um compromisso constante. Ao respondermos a Deus, devemos fazer morrer as obras do corpo. Daí para frente, uma tarefa que temos como cristãos é não deixar virem à tona essas obras.
                 Paulo disse: “Fazei, pois, morrer a vossa natureza terrena: prostituição, impureza, paixão lasciva, desejo maligno e avareza, que é idolatria” (Colossenses 3,5).
                É preciso viver no mundo sem ser dele, e nele viver conforme o Espírito de Deus. O juízo de Deus sobre nós pode dar-se quando menos esperamos e, por isso, devemos viver de tal modo que não sejamos surpreendidos. O cristão está em contínua vigilância pela caridade e pela prática da misericórdia.
                Pai, que a minha vida seja uma contínua busca de comunhão contigo, por meio de um arrependimento sincero e de minha conversão urgente a Ti. Amém.

Padre Bantu Mendonça - CN


sábado, 2 de março de 2013

QUEM SOMOS: FRADES MENORES CAPUCHINHOS.






“E depois que o Senhor me deu irmãos, ninguém me mostrou o que eu devia fazer, mas o próprio Altíssimo me revelou que eu devia viver segundo a forma do santo Evangelho” (Testamento de São Francisco de Assis, 14).

Somos irmãos, vivemos em fraternidade, oramos individualmente e em comum, partilhamos juntos refeições e tempo, ajudando-nos mutuamente a crescer, como em uma família. Nossas comunidades, que se chamam fraternidades, são lugares de alegria e de hospitalidade.

Somos uma fraternidade evangélica, Jesus de Nazaré é nosso guia para levarmos uma vida simples e humilde no meio do povo. A vida de Cristo, a Sagrada Escritura, São Francisco e os seus escritos constituem a nossa inspiração.


Por Jesus fomos enviados a pregar, antes de tudo com o exemplo de vida, depois de muitas maneiras práticas: oração e contemplação, trabalho pastoral, serviços sociais, ministérios de assistência, atividades missionárias, publicações e informação, etc.


POSTULANTES CAPUCHINHOS


OS POSTULANTES  DA PROVÍNCIA CAPUCHINHA NOSSA SENHORA DO CARMO, MA, PA E AP - PROMAPA -  E DA VICE-PROVÍNCIA DO AMAZONAS/AM -VIPROCAR-    FORAM ADMITIDOS NA SEMANA PASSADA PELO DEFINIDOR GERAL FREI SÉRGIO DALMORO EM MANAUS/AM. OS MESMOS ESTÃO PARTICIPANDO DE UM CURSO SOBRE A REALIDADE AMAZÔNICA, APÓS O CURSO SEGUIRÃO PARA A CASA DE FORMAÇÃO (Postulantado)  EM BENJANIN CONSTANT - AM.






                                                           Postulantes no Curso




Promapa.org.br

A PRESSA







Um jovem e bem sucedido executivo dirigia pela vizinhança, correndo demais em seu novo carro. Observando as crianças se lançando entre os carros estacionados, achou ter visto algo.

Enquanto passava, nenhuma criança apareceu. De repente, um tijolo espatifou-se na porta lateral de seu carro. Freou bruscamente e deu ré até o lugar de onde teria vindo o tijolo. Saltou do carro, pegou violentamente uma criança empurrando-a contra a parede e gritou:

- “Por que você fez isso… que besteira pensa que está fazendo? Este é um carro novo e caro! Aquele tijolo que você jogou vai me custar muito dinheiro, seu moleque… Por que você fez isso?”

– “Por favor, senhor, me desculpe. Eu não sabia mais o que fazer! Ninguém estava disposto a parar e me atender neste local.”

Lágrimas corriam do rosto do garoto, enquanto apontava na direção dos carros estacionados.

- “É o meu irmão. Ele desceu sem freio, caiu de sua cadeira de rodas e eu não consigo levantá-lo”.

Soluçando o menino perguntou ao executivo:

- “O senhor poderia me ajudar a recolocá-lo em sua cadeira de rodas? Ele está machucado e é muito pesado para mim”.

Movido internamente muito além das palavras, o executivo colocou o jovenzinho em sua cadeira de rodas. Tirou o lenço, limpou-lhe as feridas e arranhões, verificando se tudo estava bem.

- “Obrigado e que Deus possa abençoá-lo, disse a grata criança”.

O homem então viu o menino se distanciar, empurrando o irmão em direção a sua casa. Foi um longo caminho de volta para o carro… um longo e lento caminho de volta. Ele nunca consertou a porta amassada. Deixou-a amassada para lembrá-lo de não ir tão rápido pela vida, de modo que alguém tivesse que atirar um tijolo para obter sua atenção.

Às vezes somos assim: andamos rápido e não percebemos que Deus sussurra e fala aos nossos corações. Algumas vezes, quando não paramos para ouvir, Ele tem que jogar um tijolo em nós. Na velocidade do mundo moderno, não temos tempo para ouvir nem curtir aquilo que nos cerca, nem vemos o que estamos deixando para trás, a beleza que Deus colocou em nosso caminho. Às vezes, uma tijolada nos faz muito bem; faz-nos refletir de que maneira estamos vivenciando os dons que Ele nos confiou.

Podemos ainda ter tanta pressa que não paramos para ouvir sua voz que nos chama:


VEM E SEGUE-ME!


Neste exato momento, Deus pode estar lhe dando uma tijolada…






Fonte: Canção Nova.

VOCAÇÃO EXIGE DECISÃO!








Você já ouviu, alguma vez, falar de Livre-arbítrio? Livre-arbítrio quer dizer livre escolha, livre opção. Em todas as situações da vida, sempre temos duas possibilidades para escolher. E a cada momento a vida nos exige decisão.

Sempre temos que optar entre uma ou outra atitude. Desde que abrimos os olhos, pela manhã, estamos optando entre uma atitude ou outra. Ao ouvir o despertador podemos escolher entre abrir a boca para lamentar por não ser nosso dia de folga ou para agradecer a Deus por mais um dia de oportunidades.

Ao encontrarmos o nosso familiar que acaba de se levantar, podemos escolher entre resmungar qualquer coisa, ficar calado, ou desejar, do fundo da alma, um bom dia.

Quando chegamos ao local de trabalho ou estudo, podemos optar entre ficar de bem com todos ou buscar o isolamento, ou, ainda, contaminar o ambiente com mau humor.

Quando alguém o ofende, você pode escolher entre revidar, calar-se ou oferecer o tratamento oposto. A decisão é sempre sua. O que vale ressaltar é que todas as ações terão uma reação correspondente, como consequência. E essa reação é de nossa total responsabilidade.

E isso deve ser ensinado aos filhos desde cedo. Caso a criança escolha agredir seu colega e leve uns arranhões, deverá saber que isso é resultado da sua ação e, por conseguinte, de sua inteira responsabilidade.

Tudo na vida está sujeito a Lei de Causa e Efeito, para uma ação positiva, um efeito positivo, para um ação infeliz, o resultado correspondente. Se você chega no trabalho bem humorado, alegre, radiante, e encontra seu colega de mau humor, você pode decidir entre sintonizar na faixa dele ou fazer com que ele sintonize na sua. Você tem ainda outra possibilidade e escolha: ficar na sua. Todavia, da sua escolha dependerá o resto do dia. E os resultados lhe pertencem.

A semeadura é livre, mas a colheita é obrigatória. Pois bem, nós estamos semeando e colhendo o tempo todo. Se semeamos sementes de flores, colhemos flores, se plantarmos espinheiros, colheremos espinhos.

Não há outra saída. Mas o que importa, mesmo, é saber que a opção é nossa. Somos livres para escolher, antes de semear. Aí é que está a justiça Divina. Mesmo as semeaduras que demoram bastante tempo para germinar, um dia darão seus frutos. Mesmo os atos de renúncia, de tolerância, de benevolência, que tantas vezes parecem não dar resultados, um dia florescerão e darão bons frutos e perfume. É só deixar nas mãos do jardineiro Divino, a quem chamamos Deus.

Pedimos ao bom Deus, a ação do Espírito Santo em nossa vida, para que possamos agir sempre buscando aos bens do Alto. Que possamos tomar posse do "discernimento vocacional" na nossa vida!

                                                                     Fraternalmente,

Frei Elias Lisboa, OFMCap.



(Frade Capuchinho, estudante de Filosofia, Animador Vocacional - Regional São Luís - Fraternidade do Coroadinho - São Luís-MA)





JOVEM, a Província Nossa Senhora do Carmo, Maranhão, Pará e Amapá - PROMAPA -  tem a alegria de convidá-lo para conhecer melhor a Vida dos Frades Capuchinhos.


Entre em contato conosco: facebook.com/Savcapuchinhos
                                 Site:  www.promapa.org.br
                             e-mail:  sevocap@hotmail.com ou
                                         freliaslisboa@yahoo.com.br

Frutos da conversão

Belém do Pará,

A Igreja foi posta, mais uma vez, como espetáculo diante do mundo. Todos os olhos estão voltados para ela e proclama-se, especialmente quando vista de fora, uma grande crise. Aproveita-se a oportunidade para que as muitas bandeiras de uma parcela permissiva da sociedade sejam levantadas. Na cabeça de muitos, vale apostar tudo para ver o que se pode colher, como se a Igreja de Jesus Cristo fosse um balcão de informações turísticas, ou, quem sabe, um parlamento democrático aberto a todos ou as orientações morais viessem a ser decididas pelo voto da maioria. A grande renovação da Igreja, ou acontece a partir da ação do Espírito Santo que atua dentro do coração de cada cristão, com a força da permanente conversão, ou será indevida e mentirosa, pois ela não pode ser infiel ao seu Senhor.

Ser cristão incomoda e muito, começando mesmo por aqueles que desejam professar sua fé com coerência, em tempos nos quais a perseguição se volta furiosa, especialmente contra os católicos. Não estamos mais em época de cristandade! Com certeza os cristãos católicos devem tomar consciência de sua responsabilidade e se decidirem a ser sal, luz e fermento, com qualidade de vida e testemunho, indo além das valiosas e reconhecidas devoções, para serem presenças qualificadas, capazes de transparência da inigualável mensagem evangélica, dispostos a superar os próprios limites e pecados.

Sabemos que o mistério da iniquidade está presente onde quer que existam pessoas humanas. Falta muito para que todos os homens e mulheres, de qualquer religião ou fé, vejam vencidos em si ou na vida social a maldade que se espalha. Também para nós vale o chamado contínuo à conversão, tanto que, nos dias da Quaresma, a Igreja inteira, consciente de que foi resgatada pelo Sangue do Cordeiro imolado, canta em sua oração: "Humildes, ajoelhados na prece que a fé inspira, ao justo Juiz roguemos que abrande o rigor da ira. Ferimos por nossas culpas o vosso infinito amor. A vossa misericórdia  do alto infundi, Senhor. Nós somos, embora frágeis, a obra de vossa mão; a honra do vosso nome a outros não deis, em vão. Senhor, destruí o mal, fazei progredir o bem; possamos louvar-vos sempre, e dar-vos prazer também. Conceda o Deus Uno e Trino, que a terra e o céu sustém, que a graça da penitência dê frutos em nós. Amém" (Hino de Laudes para os Domingos da Quaresma). É bom que o mundo saiba que nos reconhecemos pecadores, suplicamos a misericórdia de Deus, somos continuamente chamados à conversão e nos empenhamos em buscar as formas de vida cristã e as estruturas necessárias ao testemunho autêntico de Jesus Cristo.

No terceiro domingo da Quaresma, a Igreja proclama e medita o Evangelho de São Lucas, no capítulo treze, versículos um a nove. Jesus forma seus discípulos e as pessoas que dele se aproximam. Cabe-lhes estar atentos aos acontecimentos. O primeiro deles é de ordem religiosa no qual alguns galileus são mortos por Pilatos, quando ofereciam sacrifícios. O segundo é um acidente, quando uma torre cai sobre algumas pessoas. É mais ou menos como as notícias novas ou requentadas, que correm pelo mundo afora e também no boca a boca das conversas.

Em nossos dias, pululam acusações de toda ordem contra a Igreja e os católicos. Os fatos negativos tenham sua devida apuração e, quando comprovados, as pessoas sejam devidamente responsabilizadas. Também os desastres públicos são passíveis de verificações e providências cabíveis. No entanto, envolvidos diretamente ou não nos dois tipos de eventos, todos sejam provocados a tirar as lições devidas. Trata-se de perguntar o que Deus quer nos dizer com os fatos.

Jesus propõe a conversão nos dois casos. Se existem cristãos que agem mal, que comecem uma vida nova, transformem sua mentalidade e suas práticas. Se qualquer um de nós se encontra distante dos fatos e responsabilidades, pergunte-se como pode ser melhor e viver melhor, mesmo em áreas totalmente diferentes. Quando na sociedade uma obra desaba, um incêndio se alastra, as ruas estão esburacadas ou os serviços são de baixa qualidade, mesmo quem não tem poder para mudar tudo, pode começar por si mesmo ou perto de sua casa. O lixo que cada um recolhe de forma adequada pode ser uma pequena, mas indispensável ajuda, como também a direção segura e defensiva no trânsito e outras práticas. Vale, como sempre, ouvir Jesus: “Pensais que esses galileus eram mais pecadores do que qualquer outro galileu, por terem sofrido tal coisa? Digo-vos que não. Mas se vós não vos converterdes, perecereis todos do mesmo modo. E aqueles dezoito que morreram quando a torre de Siloé caiu sobre eles? Pensais que eram mais culpados do que qualquer outro morador de Jerusalém? Eu vos digo que não” (Lc 13,2-5). Os frutos da conversão se manifestem em nova mentalidade e novas práticas de vida!

A Igreja tem a alegria de oferecer ao mundo, depois de oito anos de trabalho intenso, o exemplo luminoso  do até agora Papa Bento XVI, que acaba de renunciar. Certamente incomodou muita gente, mas edificou crianças, jovens e adultos, homens e mulheres de todos os quadrantes do mundo. Sua palavra e seu comportamento foram retilíneos, coerentes com o lema escolhido, “colaborador da verdade”, um cristão autêntico, apaixonado pela Verdade, que é Jesus Cristo. É a esta verdade que queremos converter-nos! É a esta verdade que estará a serviço o novo Papa a ser eleito!

Unindo-se às preces de todo o mundo, a Arquidiocese de Belém reza assim: “Senhor Jesus, Pastor eterno, fundastes a Igreja para ser no mundo o Sacramento da Salvação, na perfeita comunhão de amor, e destes a Pedro a tarefa de criar a unidade entre vossos filhos e filhas. Amparai, Senhor, a vossa Igreja que, sustentada pelo vosso Santo Espírito, espera confiante a escolha do Sucessor de Pedro, que nos sustentará na mesma fé que da mesma Igreja recebemos no Batismo. Não permitais, Senhor, que ventos de doutrinas contrárias venham a nos confundir. Sustentai a nossa fé e mandai, sem demora, aquele que conduzirá a Barca da Igreja pelos caminhos da história em nosso tempo, para a honra e glória do vosso nome, vós que sois caminho, verdade e vida. Amém!”

Dom Alberto Taveira Corrêa
Arcebispo Metropolitano de Belém

 

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Admissões para o ano de 2012











Após a conclusão das semanas vocacionais em Barra do Corda-MA e Capanema-PA a Província Capuchinha Nossa Senhora do Carmo se alegra com os cinco jovens que entraram para o centro vocacional em Capanema e os seis para o postulantado inter provincial em Benjamin Costant (Amazomas).
Os novos postulantes se unirão com mais três jovens de nossa Provincia, formando assim, um grupo de nove postulantes e passarão um mês em Capanema juntamente com os “aspirantes”, no centro vocacional, para depois se unirem com a turma da Vice Provincia do Amazonas.

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Encontros Vocacionais





“Queremos responder ao apelo de Jesus construindo-nos como pessoas livres, autênticas, integradas, responsáveis e Felizes”.

Caro Vocacionado,

Mas um final de ano se aproxima e queremos manifestar a Deus nossa gratidão por mais uma etapa de caminhada que recebemos como dádiva de suas mãos. Nosso agradecimento deve ser também pelas manifestações do chamado que Ele nos fez pelas iniciativas e apoio que recebemos através de pessoas em nossas vidas que nos ajudaram a entender esse grande plano de amor.

Como meta para o próximo encontro vocacional queremos refletir sobre o Projeto Pessoal de Vida que Jesus nos propõe e como podemos assumi-lo de acordo com nossas dificuldades, anseios e sonhos. Você é convidado para essa semana de reflexão, oração, convívio fraterno e decisão de vida para muitos.

Se você foi acompanhado na perspectiva de um possível ingresso em nossas casas de formação, traga consigo: carta de apresentação do Guardião, animador vocacional ou do pároco; cópia dos documentos: RG, CPF; Registro de nascimento; Comprovante de Batismo e Crisma e os exames pedidos nas cartas, como roupas pessoais, rede ou roupa de cama, lençol, toalha de banho, sabonete, creme dental, Bíblia (não deixe faltar), caderno e caneta, dinheiro das passagens de ida e de volta e muita disposição.

O que não levar?
Você não deve levar: celular, qualquer tipo de aparelho sonoro.
Você é livre para responder ao chamado amoroso de Deus e quanto mais estiver desapegado de certos bens e de certos aspectos da vida mais será livre e apto para dar o sim a ELE, assim nos ensinou o Mestre Jesus ao dizer-nos: “Se alguém quer vir após mim, negue-se a si mesmo, tome sua cruz e siga-me”. Acreditamos que a intuição do chamado que você sentiu é para uma consagração amorosa àquele que te ama e propõe a você um caminho de discipulado (formação) e renúncia.

A chegada será sempre na manhã ou tarde anterior ao inicio do encontro.
Contatos: nos endereços dos vossos animadores vocacionais.

Os encontros vocacionais acontecerão nas seguintes datas:
Capanema: 16, 17 e 18 de Dezembro de 2011.
Barra do Corda: 03-10 de janeiro de 2012.

Acolhemos-vos em Nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo!

- Frei Haroldo Britto (Secretário Vocacional Provincial)

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Alterações no calendário do Serviço Vocacional



Semanas Vocacionais:
Capanema: 19 a 23 de Dezembro/11
Barra do Corda: adiada para 04 a 10 de Janeiro 2012.

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Conclusão de um semestre

Chegando ao final de mais um semestre concluímos os trabalhos de preparação para as atividades de fim de ano através dos retiros para discernimento vocacional. Foram 38 vocacionados participantes nos quatro regionais da Província Capuchinha Nossa Senhora do Carmo.




Regional de São Luís Regional do Pará e Amapá
Regional de Imperatriz
Regional de Barra do Corda





segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Semana Vocacional



Durante o mês de Julho, a Província Capuchinha Nossa Senhora do Carmo realizou mais duas semanas de encontros vocacionais. A primeira aconteceu em Capanema, Pará e a segunda em Barra do Corda, Maranhão. A primeira foi animada pelos Frades: Frei Haroldo, Frei Deusivam, Frei João Carlos, Frei Heraldo, os postulantes: Neto e Marco juntamente com os aspirantes Ramom, Gustavo e Rafael. Eram vinte e quatro vocacionados das diversas regiões do Pará que estiveram presente.

O encontro do Maranhão foi animado por Frei Haroldo, Frei Deusivam, Frei Mateus, Frei Deibsom e os Postulantes: Renam, Adriano, Elemec, João e Fergnam. Estiveram presente vinte e nove vocacionados de todo o Maranhão.










domingo, 26 de junho de 2011

Convivência Vocacional em Capanema





Estivemos reunidos neste final de semana (10-12/06/11) em Capanema, no Centro Vocacional, com 22 adolescentes e jovens fazendo com eles uma CONVIVÊNCIA VOCACIONAL, orientados sob o tema: "OUVINDO O CHAMADO DE DEUS". Estavam acompanhando a experiência, Frei Carlos Pestana, Frei João Carlos e Frei Domingos. Desta experiência, a maioria deles já foram convidados a participar da Semana Vocacional de Julho (03 - 08), no mesmo local.

Por: fr. Carlos Pestana (Responsável pela Animação vocacional no Regional Pará e Amapá)

sexta-feira, 17 de junho de 2011

“Minhas ovelhas ouvem a minha voz, eu as conheço e elas me seguem.”

Caríssimo vocacionado!

Toda vocação cristã nasce do bom relacionamento da pessoa chamada com Aquele que chama, essa relação é uma relação de reciprocidade que envolve o amor do Pastor Jesus com a ovelha vocacionada. O chamado acontece exatamente porque o Pastor conhece suas ovelhas, uma por uma, e por isso chama cada uma por seu nome. A comunhão é a condição para que aconteça de fato o projeto daquele que chamou à vida aquele que foi chamado, ela se concretiza no seguimento.

Nós somos vocacionados e rebanho do Senhor, Jesus é a porta para a vida. Nesse relacionamento acontece o processo de libertação e salvação do ser humano, nele somos envolvidos em um processo de entrega, doação, responsabilidade e missão. É nesse clima que queremos celebrar nossas semanas vocacionais deste ano.

Você é convidado para este grande encontro das ovelhas com o Pastor, do Deus libertador com seus discípulos vocacionados para o amor. Venha... Traga consigo muita disposição e alegria e deixe que Jesus te conduza!

A semana vocacional de Capanema acontecerá nos dias: 03, 04, 05, 06 e 07de julho no centro vocacional dos Capuchinhos ao lado da casa dos frades.

A de Barra do Corda nos dias: 18, 19, 20, 21 e 22 de julho no convento dos frades.

Observação: Para o bom andamento do encontro venha se for convidado por um frade animador vocacional ou guardião de qualquer fraternidade, chegue na tarde ou noite anterior ao inicio do encontro, traga roupas de cama, de banho, objetos pessoais, Bíblia, caneta e caderno, passagem de vinda e volta, e disposição completa para participar dessa grande convivência vocacional

Frei Haroldo Brito – OFMCap.
Secretário para animação vocacional

segunda-feira, 23 de maio de 2011

DIA MUNDIAL DE ORAÇÃO PELAS VOCAÇÕES

Queridos irmãos e irmãs!
O 48.º Dia Mundial de Oração pelas Vocações, que será celebrado no dia 15 de Maio de 2011, IV Domingo de Páscoa, convida-nos a refletir sobre o tema: «Propor as vocações na Igreja local». Há sessenta anos, o Venerável Papa Pio XII instituiu a Pontifícia Obra para as Vocações Sacerdotais. Depois, em muitas dioceses, foram fundadas pelos Bispos obras semelhantes, animadas por sacerdotes e leigos, correspondendo ao convite do Bom Pastor, quando, «ao ver as multidões, encheu-Se de compaixão por elas, por andarem fatigadas e abatidas como ovelhas sem pastor» e disse: «A messe é grande, mas os trabalhadores são poucos. “Pedi, pois, ao dono da messe que mande trabalhadores para a sua messe» (Mt 9, 36-38).
A arte de promover e cuidar das vocações encontra um luminoso ponto de referência nas páginas do Evangelho, onde Jesus chama os seus discípulos para O seguir e educa-os com amor e solicitude. Objeto particular da nossa atenção é o modo como Jesus chamou os seus mais íntimos colaboradores a anunciar o Reino de Deus (cf. Lc 10, 9). Para começar, vê-se claramente que o primeiro ato foi a oração por eles: antes de os chamar, Jesus passou a noite sozinho, em oração, à escuta da vontade do Pai (cf. Lc 6, 12), numa elevação interior acima das coisas de todos os dias. A vocação dos discípulos nasce, precisamente, no diálogo íntimo de Jesus com o Pai. As vocações ao ministério sacerdotal e à vida consagrada são fruto, primariamente, de um contacto constante com o Deus vivo e de uma oração insistente que se eleva ao «Dono da messe» quer nas comunidades paroquiais, quer nas famílias cristãs, quer nos cenáculos vocacionais.
O Senhor, no início da sua vida pública, chamou alguns pescadores, que estavam a trabalhar nas margens do lago da Galileia: «Vinde e segui-Me, e farei de vós pescadores de homens» (Mt 4, 19). Mostrou-lhes a sua missão messiânica com numerosos «sinais», que indicavam o seu amor pelos homens e o dom da misericórdia do Pai; educou-os com a palavra e com a vida, de modo a estarem prontos para ser os continuadores da sua obra de salvação; por fim, «sabendo Jesus que chegara a sua hora de passar deste mundo para o Pai» (Jo 13, 1), confiou-lhes o memorial da sua morte e ressurreição e, antes de subir ao Céu, enviou-os por todo o mundo com este mandato: «Ide, pois, fazer discípulos de todas as nações» (Mt 28, 19).
A proposta, que Jesus faz às pessoas ao dizer-lhes «Segue-Me!», é exigente e exaltante: convida-as a entrar na sua amizade, a escutar de perto a sua Palavra e a viver com Ele; ensina-lhes a dedicação total a Deus e à propagação do seu Reino, segundo a lei do Evangelho: «Se o grão de trigo cair na terra e não morrer, fica só ele; mas, se morrer, dá muito fruto» (Jo 12, 24); convida-as a sair da sua vontade fechada, da sua ideia de auto-realização, para embrenhar-se noutra vontade, a de Deus, deixando-se guiar por ela; faz-lhes viver em fraternidade, que nasce desta disponibilidade total a Deus (cf. Mt 12, 49-50) e se torna o sinal distintivo da comunidade de Jesus: «O sinal por que todos vos hão-de reconhecer como meus discípulos é terdes amor uns aos outros» (Jo 13, 35).
Também hoje, o seguimento de Cristo é exigente; significa aprender a ter o olhar fixo em Jesus, a conhecê-Lo intimamente, a escutá-Lo na Palavra e a encontrá-Lo nos Sacramentos; significa aprender a conformar a própria vontade à d’Ele. Trata-se de uma verdadeira e própria escola de formação para quantos se preparam para o ministério sacerdotal e a vida consagrada, sob a orientação das autoridades eclesiásticas competentes. O Senhor não deixa de chamar, em todas as estações da vida, para partilhar a sua missão e servir a Igreja no ministério ordenado e na vida consagrada; e a Igreja «é chamada a proteger este dom, a estimá-lo e amá-lo: ela é responsável pelo nascimento e pela maturação das vocações sacerdotais» (JOÃO PAULO II, Exort. ap. pós-sinodal Pastores dabo vobis, 41). Especialmente neste tempo, em que a voz do Senhor parece sufocada por «outras vozes» e a proposta de O seguir oferecendo a própria vida pode parecer demasiado difícil, cada comunidade cristã, cada fiel, deveria assumir, conscientemente, o compromisso de promover as vocações. É importante encorajar e apoiar aqueles que mostram claros sinais de vocação à vida sacerdotal e à consagração religiosa, de modo que sintam o entusiasmo da comunidade inteira quando dizem o seu «sim» a Deus e à Igreja. Da minha parte, sempre os encorajo como fiz quando escrevi aos que se decidiram entrar no Seminário: «Fizestes bem [em tomar essa decisão], porque os homens sempre terão necessidade de Deus – mesmo na época do predomínio da técnica no mundo e da globalização –, do Deus que Se mostrou a nós em Jesus Cristo e nos reúne na Igreja universal, para aprender, com Ele e por meio d’Ele, a verdadeira vida e manter presentes e tornar eficazes os critérios da verdadeira humanidade» (Carta aos Seminaristas, 18 de Outubro de 2010).
É preciso que cada Igreja local se torne cada vez mais sensível e atenta à pastoral vocacional, educando a nível familiar, paroquial e associativo, sobretudo os adolescentes e os jovens – como Jesus fez com os discípulos – para maturarem uma amizade genuína e afetuosa com o Senhor, cultivada na oração pessoal e litúrgica; para aprenderem a escuta atenta e frutuosa da Palavra de Deus, através de uma familiaridade crescente com as Sagradas Escrituras; para compreenderem que entrar na vontade de Deus não aniquila nem destrói a pessoa, mas permite descobrir e seguir a verdade mais profunda de si mesmos; para viverem a gratuidade e a fraternidade nas relações com os outros, porque só abrindo-se ao amor de Deus é que se encontra a verdadeira alegria e a plena realização das próprias aspirações. «Propor as vocações na Igreja local» significa ter a coragem de indicar, através de uma pastoral vocacional atenta e adequada, este caminho exigente do seguimento de Cristo, que, rico de sentido, é capaz de envolver toda a vida.
Dirijo-me particularmente a vós, queridos Irmãos no Episcopado. Para dar continuidade e difusão à vossa missão de salvação em Cristo, «promovam o mais possível as vocações sacerdotais e religiosas, e de modo particular as missionárias» (Decr. Christus Dominus, 15). O Senhor precisa da vossa colaboração, para que o seu chamamento possa chegar aos corações de quem Ele escolheu. Cuidadosamente escolhei os dinamizadores do Centro Diocesano de Vocações, instrumento precioso de promoção e organização da pastoral vocacional e da oração que a sustenta e garante a sua eficácia. Quero também recordar-vos, amados Irmãos Bispos, a solicitude da Igreja universal por uma distribuição equitativa dos sacerdotes no mundo. A vossa disponibilidade face a dioceses com escassez de vocações torna-se uma bênção de Deus para as vossas comunidades e constitui, para os fiéis, o testemunho de um serviço sacerdotal que se abre generosamente às necessidades da Igreja inteira.
O Concílio Vaticano II recordou, explicitamente, que o «dever de fomentar as vocações pertence a toda a comunidade cristã, que as deve promover, sobretudo mediante uma vida plenamente cristã» (Decr. Optatam totius, 2). Por isso, desejo dirigir uma fraterna saudação de especial encorajamento a quantos colaboram de vários modos nas paróquias com os sacerdotes. Em particular, dirijo-me àqueles que podem oferecer a própria contribuição para a pastoral das vocações: os sacerdotes, as famílias, os catequistas, os animadores. Aos sacerdotes recomendo que sejam capazes de dar um testemunho de comunhão com o Bispo e com os outros irmãos no sacerdócio, para garantirem o húmus vital aos novos rebentos de vocações sacerdotais. Que as famílias sejam «animadas pelo espírito de fé, de caridade e piedade» (Ibid., 2), capazes de ajudar os filhos e as filhas a acolherem, com generosidade, o chamamento ao sacerdócio e à vida consagrada. Convictos da sua missão educativa, os catequistas e os animadores das associações católicas e dos movimentos eclesiais «de tal forma procurem cultivar o espírito dos adolescentes a si confiados, que eles possam sentir e seguir de bom grado a vocação divina» (Ibid., 2).
Queridos irmãos e irmãs, o vosso empenho na promoção e cuidado das vocações adquire plenitude de sentido e de eficácia pastoral, quando se realiza na unidade da Igreja e visa servir a comunhão. É por isso que todos os momentos da vida da comunidade eclesial – a catequese, os encontros de formação, a oração litúrgica, as peregrinações aos santuários – são uma ocasião preciosa para suscitar no Povo de Deus, em particular nos menores e nos jovens, o sentido de pertença à Igreja e a responsabilidade em responder, com uma opção livre e consciente, ao chamamento para o sacerdócio e a vida consagrada.
A capacidade de cultivar as vocações é sinal característico da vitalidade de uma Igreja local. Invoquemos, com confiança e insistência, a ajuda da Virgem Maria, para que, seguindo o seu exemplo de acolhimento do plano divino da salvação e com a sua eficaz intercessão, se possa difundir no âmbito de cada comunidade a disponibilidade para dizer «sim» ao Senhor, que não cessa de chamar novos trabalhadores para a sua messe. Com estes votos, de coração concedo a todos a minha Bênção Apostólica. Vaticano, 15 de Novembro de 2010.
BENEDICTUS PP. XVI

4º DOMINGO DA PÁSCOA DIA DO BOM PASTOR

A Provincia Capuchinha Nossa Senhora do Carmo (Capuchinhos do Maranhão, Pará e Amapá e Missão em Cuba), para por em prática a exortação da Igreja e sua necessidade de fazer o chamamento de Deus chegar aos corações dos jovens, se organiza no trabalho de animação vocacional da seguinte forma:

Disponibiliza totalmente um frade ao inteiro serviço vocacional para toda Província;
Nomeia um responsável colaborador deste em cada regional, que são eles: São Luis, Barra do Corda, Imperatriz, Belém e Macapá e na Missão de Cuba;


Esses animadores vocacionais dos regionais contam com a colaboração de frades em formação, postulantes, noviços, aspirantes e colaboradores leigos para por em prática o serviço local. Isso além dos profissionais das áreas de psicologia e psico-pedagogia que os auxilia, sacerdotes e religiosos para o atendimento espiritual e benfeitores para colaborar de diversas formas.

Atualmente contamos com a colaboração de treze (13) frades empenhados diretamente nesse serviço, dez (10) leigos promotores vocacionais, mais de noventa (90) benfeitores e quatro (04) profissionais das áreas de psicologia e pedagogia e mais de quinze (15) religiosos que atendem a direção espiritual.

Os dados vocacionais da Província Capuchinha Nossa Senhora do Carmo são os seguintes:
Mais de 70 jovens acompanhados nas famílias, 03 aspirantes em Capanema - PA e 02 em Tuntum-MA, 18 postulantes em Barra do Corda e 10 em Marabá-PA, 07 noviços em Macapá- AP.

15 frades pós- noviços em S. Luis- MA e 12 em Belém-PA.

Obs: Na missão de Cuba iniciamos este amo com mais de 05 aspirantes acompanhados nas famílias.

Os dados vocacionais da diocese de Imperatriz:
Mais de 36 jovens acompanhados nas famílias, 02 jovens no propedêutico e 09 no seminário maior.

quarta-feira, 27 de abril de 2011

DIA MUNDIAL DE ORAÇÃO PELAS VOCAÇÕES




Queridos irmãos e irmãs!

O 48.º Dia Mundial de Oração pelas Vocações, que será celebrado no dia 15 de Maio de 2011, IV Domingo de Páscoa, convida-nos a refletir sobre o tema: «Propor as vocações na Igreja local». Há sessenta anos, o Venerável Papa Pio XII instituiu a Pontifícia Obra para as Vocações Sacerdotais. Depois, em muitas dioceses, foram fundadas pelos Bispos obras semelhantes, animadas por sacerdotes e leigos, correspondendo ao convite do Bom Pastor, quando, «ao ver as multidões, encheu-Se de compaixão por elas, por andarem fatigadas e abatidas como ovelhas sem pastor» e disse: «A messe é grande, mas os trabalhadores são poucos. “Pedi, pois, ao dono da messe que mande trabalhadores para a sua messe» (Mt 9, 36-38).

A arte de promover e cuidar das vocações encontra um luminoso ponto de referência nas páginas do Evangelho, onde Jesus chama os seus discípulos para O seguir e educa-os com amor e solicitude. Objeto particular da nossa atenção é o modo como Jesus chamou os seus mais íntimos colaboradores a anunciar o Reino de Deus (cf. Lc 10, 9). Para começar, vê-se claramente que o primeiro ato foi a oração por eles: antes de os chamar, Jesus passou a noite sozinho, em oração, à escuta da vontade do Pai (cf. Lc 6, 12), numa elevação interior acima das coisas de todos os dias.


A vocação dos discípulos nasce, precisamente, no diálogo íntimo de Jesus com o Pai. As vocações ao ministério sacerdotal e à vida consagrada são fruto, primariamente, de um contacto constante com o Deus vivo e de uma oração insistente que se eleva ao «Dono da messe» quer nas comunidades paroquiais, quer nas famílias cristãs, quer nos cenáculos vocacionais.

O Senhor, no início da sua vida pública, chamou alguns pescadores, que estavam a trabalhar nas margens do lago da Galileia: «Vinde e segui-Me, e farei de vós pescadores de homens» (Mt 4, 19). Mostrou-lhes a sua missão messiânica com numerosos «sinais», que indicavam o seu amor pelos homens e o dom da misericórdia do Pai; educou-os com a palavra e com a vida, de modo a estarem prontos para ser os continuadores da sua obra de salvação; por fim, «sabendo Jesus que chegara a sua hora de passar deste mundo para o Pai» (Jo 13, 1), confiou-lhes o memorial da sua morte e ressurreição e, antes de subir ao Céu, enviou-os por todo o mundo com este mandato: «Ide, pois, fazer discípulos de todas as nações» (Mt 28, 19).

A proposta, que Jesus faz às pessoas ao dizer-lhes «Segue-Me!», é exigente e exaltante: convida-as a entrar na sua amizade, a escutar de perto a sua Palavra e a viver com Ele; ensina-lhes a dedicação total a Deus e à propagação do seu Reino, segundo a lei do Evangelho: «Se o grão de trigo cair na terra e não morrer, fica só ele; mas, se morrer, dá muito fruto» (Jo 12, 24); convida-as a sair da sua vontade fechada, da sua ideia de auto-realização, para embrenhar-se noutra vontade, a de Deus, deixando-se guiar por ela; faz-lhes viver em fraternidade, que nasce desta disponibilidade total a Deus (cf. Mt 12, 49-50) e se torna o sinal distintivo da comunidade de Jesus: «O sinal por que todos vos hão-de reconhecer como meus discípulos é terdes amor uns aos outros» (Jo 13, 35).

Também hoje, o seguimento de Cristo é exigente; significa aprender a ter o olhar fixo em Jesus, a conhecê-Lo intimamente, a escutá-Lo na Palavra e a encontrá-Lo nos Sacramentos; significa aprender a conformar a própria vontade à d’Ele. Trata-se de uma verdadeira e própria escola de formação para quantos se preparam para o ministério sacerdotal e a vida consagrada, sob a orientação das autoridades eclesiásticas competentes. O Senhor não deixa de chamar, em todas as estações da vida, para partilhar a sua missão e servir a Igreja no ministério ordenado e na vida consagrada; e a Igreja «é chamada a proteger este dom, a estimá-lo e amá-lo: ela é responsável pelo nascimento e pela maturação das vocações sacerdotais» (JOÃO PAULO II, Exort. ap. pós-sinodal Pastores dabo vobis, 41). Especialmente neste tempo, em que a voz do Senhor parece sufocada por «outras vozes» e a proposta de O seguir oferecendo a própria vida pode parecer demasiado difícil, cada comunidade cristã, cada fiel, deveria assumir, conscientemente, o compromisso de promover as vocações. É importante encorajar e apoiar aqueles que mostram claros sinais de vocação à vida sacerdotal e à consagração religiosa, de modo que sintam o entusiasmo da comunidade inteira quando dizem o seu «sim» a Deus e à Igreja. Da minha parte, sempre os encorajo como fiz quando escrevi aos que se decidiram entrar no Seminário: «Fizestes bem [em tomar essa decisão], porque os homens sempre terão necessidade de Deus – mesmo na época do predomínio da técnica no mundo e da globalização –, do Deus que Se mostrou a nós em Jesus Cristo e nos reúne na Igreja universal, para aprender, com Ele e por meio d’Ele, a verdadeira vida e manter presentes e tornar eficazes os critérios da verdadeira humanidade» (Carta aos Seminaristas, 18 de Outubro de 2010).

É preciso que cada Igreja local se torne cada vez mais sensível e atenta à pastoral vocacional, educando a nível familiar, paroquial e associativo, sobretudo os adolescentes e os jovens – como Jesus fez com os discípulos – para maturarem uma amizade genuína e afetuosa com o Senhor, cultivada na oração pessoal e litúrgica; para aprenderem a escuta atenta e frutuosa da Palavra de Deus, através de uma familiaridade crescente com as Sagradas Escrituras; para compreenderem que entrar na vontade de Deus não aniquila nem destrói a pessoa, mas permite descobrir e seguir a verdade mais profunda de si mesmos; para viverem a gratuidade e a fraternidade nas relações com os outros, porque só abrindo-se ao amor de Deus é que se encontra a verdadeira alegria e a plena realização das próprias aspirações. «Propor as vocações na Igreja local» significa ter a coragem de indicar, através de uma pastoral vocacional atenta e adequada, este caminho exigente do seguimento de Cristo, que, rico de sentido, é capaz de envolver toda a vida.

Dirijo-me particularmente a vós, queridos Irmãos no Episcopado. Para dar continuidade e difusão à vossa missão de salvação em Cristo, «promovam o mais possível as vocações sacerdotais e religiosas, e de modo particular as missionárias» (Decr. Christus Dominus, 15). O Senhor precisa da vossa colaboração, para que o seu chamamento possa chegar aos corações de quem Ele escolheu. Cuidadosamente escolhei os dinamizadores do Centro Diocesano de Vocações, instrumento precioso de promoção e organização da pastoral vocacional e da oração que a sustenta e garante a sua eficácia. Quero também recordar-vos, amados Irmãos Bispos, a solicitude da Igreja universal por uma distribuição equitativa dos sacerdotes no mundo. A vossa disponibilidade face a dioceses com escassez de vocações torna-se uma bênção de Deus para as vossas comunidades e constitui, para os fiéis, o testemunho de um serviço sacerdotal que se abre generosamente às necessidades da Igreja inteira.

O Concílio Vaticano II recordou, explicitamente, que o «dever de fomentar as vocações pertence a toda a comunidade cristã, que as deve promover, sobretudo mediante uma vida plenamente cristã» (Decr. Optatam totius, 2). Por isso, desejo dirigir uma fraterna saudação de especial encorajamento a quantos colaboram de vários modos nas paróquias com os sacerdotes. Em particular, dirijo-me àqueles que podem oferecer a própria contribuição para a pastoral das vocações: os sacerdotes, as famílias, os catequistas, os animadores. Aos sacerdotes recomendo que sejam capazes de dar um testemunho de comunhão com o Bispo e com os outros irmãos no sacerdócio, para garantirem o húmus vital aos novos rebentos de vocações sacerdotais. Que as famílias sejam «animadas pelo espírito de fé, de caridade e piedade» (Ibid., 2), capazes de ajudar os filhos e as filhas a acolherem, com generosidade, o chamamento ao sacerdócio e à vida consagrada. Convictos da sua missão educativa, os catequistas e os animadores das associações católicas e dos movimentos eclesiais «de tal forma procurem cultivar o espírito dos adolescentes a si confiados, que eles possam sentir e seguir de bom grado a vocação divina» (Ibid., 2).

Queridos irmãos e irmãs, o vosso empenho na promoção e cuidado das vocações adquire plenitude de sentido e de eficácia pastoral, quando se realiza na unidade da Igreja e visa servir a comunhão. É por isso que todos os momentos da vida da comunidade eclesial – a catequese, os encontros de formação, a oração litúrgica, as peregrinações aos santuários – são uma ocasião preciosa para suscitar no Povo de Deus, em particular nos menores e nos jovens, o sentido de pertença à Igreja e a responsabilidade em responder, com uma opção livre e consciente, ao chamamento para o sacerdócio e a vida consagrada.

A capacidade de cultivar as vocações é sinal característico da vitalidade de uma Igreja local. Invoquemos, com confiança e insistência, a ajuda da Virgem Maria, para que, seguindo o seu exemplo de acolhimento do plano divino da salvação e com a sua eficaz intercessão, se possa difundir no âmbito de cada comunidade a disponibilidade para dizer «sim» ao Senhor, que não cessa de chamar novos trabalhadores para a sua messe. Com estes votos, de coração concedo a todos a minha Bênção Apostólica. Vaticano, 15 de Novembro de 2010.
BENEDICTUS PP. XVI

terça-feira, 1 de março de 2011

Agenda do Grupo Vocacional de Imperatriz-MA

Fevereiro
Dia 24 às 19:30h - Missa com os Amigos das Vocações
Dia 28 às 19:00h - Planejamento

Março
Dia 09 às 19:00h
Tema: Conhecendo a Família Franciscana
Dia 24às 19:30h
Adoração dos Amigos das Vocações
Dia 31 às 19:00h
Tema: Conhecendo melhor a Ordem dos Frades Menores Capuchinhos

Abril
Dia 14 às 19:00h
Tema: Introdução geral aos Sacramentos
Dia 21 às 19:30h
Missa dos Amigos das Vocações
Dia 28 às 19:00h
Tema: Sacramentos da Iniciação Cristã: Batismo, Crisma e Eucaristia

Maio
Dia:12 às 19:00h
Tema: Sacramentos da Cura:Penitência e Unção dos Enfermos
Dia 19 às 19:30: Adoração dos Amigos das Vocações
Dia 26 às 19:00h
Tema: A Vocação de Maria

Junho
Dia 09 às 19:00h
Tema:Sacramentos dos Estados de Vida: Ordem e Matrimônio
Dia16 às 19:30h
Missa dos Amigos das Vocações
Dia 30 às 19:00h
Tema: A Vocação dos Apóstolos e dos Primeiros discípulos

Julho
Dias:03-08 – Semana Vocacional
Local: Barra do Corda-MA
Dia 21 às 19:30h
Adoração dos Amigos das Vocações

Agosto
Dia11 às 19:00h
Tema :Vocação - etimologia e aspecto antropológico
Dia 25 às 19:30h
Tema: Adoração dos Amigos das Vocações- Orando pelas Vocações à Vida Matrimonial e Familiar

Setembro
Dia 08 às 19:00h
Tema: Introdução Geral à Bíblia
Dia 22 às 19:30h
Missa dos Amigos das Vocações

Outubro
Dia 06 às 19:30h
Adoração dos Amigos das Vocações
Dia 13 às 19:00h
Tema: A Vocação na Bíblia
Dia 27 às 19:00h
Tema: Minha Vida Efetiva e Sexual

Novembro
Dia 10 às 19:00h
Tema: A Importância do Equlilíbio da Vida Afetiva e Sexual para a Vocação
Dia 17 às 19:30h
Missa dos Amigos das Vocações
Dia 24 às 19:00h
Tema: Encerramento

Dezembro
Dias:05-10 – Semana Vocacional
Local: Barra do Corda-MA
Dia 29 às 19:00h
Missa e confraternização dos Amigos das Vocações

“A vocação de toda a criatura, especialmente a do homem, consiste em realizar o plano de Deus delineado por aqueles Dons que o Criador depositou nele”