Vocacionados do Pai:

Vocacionados do Pai:
Somos Escolhidos!

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Semana Vocacional



Durante o mês de Julho, a Província Capuchinha Nossa Senhora do Carmo realizou mais duas semanas de encontros vocacionais. A primeira aconteceu em Capanema, Pará e a segunda em Barra do Corda, Maranhão. A primeira foi animada pelos Frades: Frei Haroldo, Frei Deusivam, Frei João Carlos, Frei Heraldo, os postulantes: Neto e Marco juntamente com os aspirantes Ramom, Gustavo e Rafael. Eram vinte e quatro vocacionados das diversas regiões do Pará que estiveram presente.

O encontro do Maranhão foi animado por Frei Haroldo, Frei Deusivam, Frei Mateus, Frei Deibsom e os Postulantes: Renam, Adriano, Elemec, João e Fergnam. Estiveram presente vinte e nove vocacionados de todo o Maranhão.










domingo, 26 de junho de 2011

Convivência Vocacional em Capanema





Estivemos reunidos neste final de semana (10-12/06/11) em Capanema, no Centro Vocacional, com 22 adolescentes e jovens fazendo com eles uma CONVIVÊNCIA VOCACIONAL, orientados sob o tema: "OUVINDO O CHAMADO DE DEUS". Estavam acompanhando a experiência, Frei Carlos Pestana, Frei João Carlos e Frei Domingos. Desta experiência, a maioria deles já foram convidados a participar da Semana Vocacional de Julho (03 - 08), no mesmo local.

Por: fr. Carlos Pestana (Responsável pela Animação vocacional no Regional Pará e Amapá)

sexta-feira, 17 de junho de 2011

“Minhas ovelhas ouvem a minha voz, eu as conheço e elas me seguem.”

Caríssimo vocacionado!

Toda vocação cristã nasce do bom relacionamento da pessoa chamada com Aquele que chama, essa relação é uma relação de reciprocidade que envolve o amor do Pastor Jesus com a ovelha vocacionada. O chamado acontece exatamente porque o Pastor conhece suas ovelhas, uma por uma, e por isso chama cada uma por seu nome. A comunhão é a condição para que aconteça de fato o projeto daquele que chamou à vida aquele que foi chamado, ela se concretiza no seguimento.

Nós somos vocacionados e rebanho do Senhor, Jesus é a porta para a vida. Nesse relacionamento acontece o processo de libertação e salvação do ser humano, nele somos envolvidos em um processo de entrega, doação, responsabilidade e missão. É nesse clima que queremos celebrar nossas semanas vocacionais deste ano.

Você é convidado para este grande encontro das ovelhas com o Pastor, do Deus libertador com seus discípulos vocacionados para o amor. Venha... Traga consigo muita disposição e alegria e deixe que Jesus te conduza!

A semana vocacional de Capanema acontecerá nos dias: 03, 04, 05, 06 e 07de julho no centro vocacional dos Capuchinhos ao lado da casa dos frades.

A de Barra do Corda nos dias: 18, 19, 20, 21 e 22 de julho no convento dos frades.

Observação: Para o bom andamento do encontro venha se for convidado por um frade animador vocacional ou guardião de qualquer fraternidade, chegue na tarde ou noite anterior ao inicio do encontro, traga roupas de cama, de banho, objetos pessoais, Bíblia, caneta e caderno, passagem de vinda e volta, e disposição completa para participar dessa grande convivência vocacional

Frei Haroldo Brito – OFMCap.
Secretário para animação vocacional

segunda-feira, 23 de maio de 2011

DIA MUNDIAL DE ORAÇÃO PELAS VOCAÇÕES

Queridos irmãos e irmãs!
O 48.º Dia Mundial de Oração pelas Vocações, que será celebrado no dia 15 de Maio de 2011, IV Domingo de Páscoa, convida-nos a refletir sobre o tema: «Propor as vocações na Igreja local». Há sessenta anos, o Venerável Papa Pio XII instituiu a Pontifícia Obra para as Vocações Sacerdotais. Depois, em muitas dioceses, foram fundadas pelos Bispos obras semelhantes, animadas por sacerdotes e leigos, correspondendo ao convite do Bom Pastor, quando, «ao ver as multidões, encheu-Se de compaixão por elas, por andarem fatigadas e abatidas como ovelhas sem pastor» e disse: «A messe é grande, mas os trabalhadores são poucos. “Pedi, pois, ao dono da messe que mande trabalhadores para a sua messe» (Mt 9, 36-38).
A arte de promover e cuidar das vocações encontra um luminoso ponto de referência nas páginas do Evangelho, onde Jesus chama os seus discípulos para O seguir e educa-os com amor e solicitude. Objeto particular da nossa atenção é o modo como Jesus chamou os seus mais íntimos colaboradores a anunciar o Reino de Deus (cf. Lc 10, 9). Para começar, vê-se claramente que o primeiro ato foi a oração por eles: antes de os chamar, Jesus passou a noite sozinho, em oração, à escuta da vontade do Pai (cf. Lc 6, 12), numa elevação interior acima das coisas de todos os dias. A vocação dos discípulos nasce, precisamente, no diálogo íntimo de Jesus com o Pai. As vocações ao ministério sacerdotal e à vida consagrada são fruto, primariamente, de um contacto constante com o Deus vivo e de uma oração insistente que se eleva ao «Dono da messe» quer nas comunidades paroquiais, quer nas famílias cristãs, quer nos cenáculos vocacionais.
O Senhor, no início da sua vida pública, chamou alguns pescadores, que estavam a trabalhar nas margens do lago da Galileia: «Vinde e segui-Me, e farei de vós pescadores de homens» (Mt 4, 19). Mostrou-lhes a sua missão messiânica com numerosos «sinais», que indicavam o seu amor pelos homens e o dom da misericórdia do Pai; educou-os com a palavra e com a vida, de modo a estarem prontos para ser os continuadores da sua obra de salvação; por fim, «sabendo Jesus que chegara a sua hora de passar deste mundo para o Pai» (Jo 13, 1), confiou-lhes o memorial da sua morte e ressurreição e, antes de subir ao Céu, enviou-os por todo o mundo com este mandato: «Ide, pois, fazer discípulos de todas as nações» (Mt 28, 19).
A proposta, que Jesus faz às pessoas ao dizer-lhes «Segue-Me!», é exigente e exaltante: convida-as a entrar na sua amizade, a escutar de perto a sua Palavra e a viver com Ele; ensina-lhes a dedicação total a Deus e à propagação do seu Reino, segundo a lei do Evangelho: «Se o grão de trigo cair na terra e não morrer, fica só ele; mas, se morrer, dá muito fruto» (Jo 12, 24); convida-as a sair da sua vontade fechada, da sua ideia de auto-realização, para embrenhar-se noutra vontade, a de Deus, deixando-se guiar por ela; faz-lhes viver em fraternidade, que nasce desta disponibilidade total a Deus (cf. Mt 12, 49-50) e se torna o sinal distintivo da comunidade de Jesus: «O sinal por que todos vos hão-de reconhecer como meus discípulos é terdes amor uns aos outros» (Jo 13, 35).
Também hoje, o seguimento de Cristo é exigente; significa aprender a ter o olhar fixo em Jesus, a conhecê-Lo intimamente, a escutá-Lo na Palavra e a encontrá-Lo nos Sacramentos; significa aprender a conformar a própria vontade à d’Ele. Trata-se de uma verdadeira e própria escola de formação para quantos se preparam para o ministério sacerdotal e a vida consagrada, sob a orientação das autoridades eclesiásticas competentes. O Senhor não deixa de chamar, em todas as estações da vida, para partilhar a sua missão e servir a Igreja no ministério ordenado e na vida consagrada; e a Igreja «é chamada a proteger este dom, a estimá-lo e amá-lo: ela é responsável pelo nascimento e pela maturação das vocações sacerdotais» (JOÃO PAULO II, Exort. ap. pós-sinodal Pastores dabo vobis, 41). Especialmente neste tempo, em que a voz do Senhor parece sufocada por «outras vozes» e a proposta de O seguir oferecendo a própria vida pode parecer demasiado difícil, cada comunidade cristã, cada fiel, deveria assumir, conscientemente, o compromisso de promover as vocações. É importante encorajar e apoiar aqueles que mostram claros sinais de vocação à vida sacerdotal e à consagração religiosa, de modo que sintam o entusiasmo da comunidade inteira quando dizem o seu «sim» a Deus e à Igreja. Da minha parte, sempre os encorajo como fiz quando escrevi aos que se decidiram entrar no Seminário: «Fizestes bem [em tomar essa decisão], porque os homens sempre terão necessidade de Deus – mesmo na época do predomínio da técnica no mundo e da globalização –, do Deus que Se mostrou a nós em Jesus Cristo e nos reúne na Igreja universal, para aprender, com Ele e por meio d’Ele, a verdadeira vida e manter presentes e tornar eficazes os critérios da verdadeira humanidade» (Carta aos Seminaristas, 18 de Outubro de 2010).
É preciso que cada Igreja local se torne cada vez mais sensível e atenta à pastoral vocacional, educando a nível familiar, paroquial e associativo, sobretudo os adolescentes e os jovens – como Jesus fez com os discípulos – para maturarem uma amizade genuína e afetuosa com o Senhor, cultivada na oração pessoal e litúrgica; para aprenderem a escuta atenta e frutuosa da Palavra de Deus, através de uma familiaridade crescente com as Sagradas Escrituras; para compreenderem que entrar na vontade de Deus não aniquila nem destrói a pessoa, mas permite descobrir e seguir a verdade mais profunda de si mesmos; para viverem a gratuidade e a fraternidade nas relações com os outros, porque só abrindo-se ao amor de Deus é que se encontra a verdadeira alegria e a plena realização das próprias aspirações. «Propor as vocações na Igreja local» significa ter a coragem de indicar, através de uma pastoral vocacional atenta e adequada, este caminho exigente do seguimento de Cristo, que, rico de sentido, é capaz de envolver toda a vida.
Dirijo-me particularmente a vós, queridos Irmãos no Episcopado. Para dar continuidade e difusão à vossa missão de salvação em Cristo, «promovam o mais possível as vocações sacerdotais e religiosas, e de modo particular as missionárias» (Decr. Christus Dominus, 15). O Senhor precisa da vossa colaboração, para que o seu chamamento possa chegar aos corações de quem Ele escolheu. Cuidadosamente escolhei os dinamizadores do Centro Diocesano de Vocações, instrumento precioso de promoção e organização da pastoral vocacional e da oração que a sustenta e garante a sua eficácia. Quero também recordar-vos, amados Irmãos Bispos, a solicitude da Igreja universal por uma distribuição equitativa dos sacerdotes no mundo. A vossa disponibilidade face a dioceses com escassez de vocações torna-se uma bênção de Deus para as vossas comunidades e constitui, para os fiéis, o testemunho de um serviço sacerdotal que se abre generosamente às necessidades da Igreja inteira.
O Concílio Vaticano II recordou, explicitamente, que o «dever de fomentar as vocações pertence a toda a comunidade cristã, que as deve promover, sobretudo mediante uma vida plenamente cristã» (Decr. Optatam totius, 2). Por isso, desejo dirigir uma fraterna saudação de especial encorajamento a quantos colaboram de vários modos nas paróquias com os sacerdotes. Em particular, dirijo-me àqueles que podem oferecer a própria contribuição para a pastoral das vocações: os sacerdotes, as famílias, os catequistas, os animadores. Aos sacerdotes recomendo que sejam capazes de dar um testemunho de comunhão com o Bispo e com os outros irmãos no sacerdócio, para garantirem o húmus vital aos novos rebentos de vocações sacerdotais. Que as famílias sejam «animadas pelo espírito de fé, de caridade e piedade» (Ibid., 2), capazes de ajudar os filhos e as filhas a acolherem, com generosidade, o chamamento ao sacerdócio e à vida consagrada. Convictos da sua missão educativa, os catequistas e os animadores das associações católicas e dos movimentos eclesiais «de tal forma procurem cultivar o espírito dos adolescentes a si confiados, que eles possam sentir e seguir de bom grado a vocação divina» (Ibid., 2).
Queridos irmãos e irmãs, o vosso empenho na promoção e cuidado das vocações adquire plenitude de sentido e de eficácia pastoral, quando se realiza na unidade da Igreja e visa servir a comunhão. É por isso que todos os momentos da vida da comunidade eclesial – a catequese, os encontros de formação, a oração litúrgica, as peregrinações aos santuários – são uma ocasião preciosa para suscitar no Povo de Deus, em particular nos menores e nos jovens, o sentido de pertença à Igreja e a responsabilidade em responder, com uma opção livre e consciente, ao chamamento para o sacerdócio e a vida consagrada.
A capacidade de cultivar as vocações é sinal característico da vitalidade de uma Igreja local. Invoquemos, com confiança e insistência, a ajuda da Virgem Maria, para que, seguindo o seu exemplo de acolhimento do plano divino da salvação e com a sua eficaz intercessão, se possa difundir no âmbito de cada comunidade a disponibilidade para dizer «sim» ao Senhor, que não cessa de chamar novos trabalhadores para a sua messe. Com estes votos, de coração concedo a todos a minha Bênção Apostólica. Vaticano, 15 de Novembro de 2010.
BENEDICTUS PP. XVI

4º DOMINGO DA PÁSCOA DIA DO BOM PASTOR

A Provincia Capuchinha Nossa Senhora do Carmo (Capuchinhos do Maranhão, Pará e Amapá e Missão em Cuba), para por em prática a exortação da Igreja e sua necessidade de fazer o chamamento de Deus chegar aos corações dos jovens, se organiza no trabalho de animação vocacional da seguinte forma:

Disponibiliza totalmente um frade ao inteiro serviço vocacional para toda Província;
Nomeia um responsável colaborador deste em cada regional, que são eles: São Luis, Barra do Corda, Imperatriz, Belém e Macapá e na Missão de Cuba;


Esses animadores vocacionais dos regionais contam com a colaboração de frades em formação, postulantes, noviços, aspirantes e colaboradores leigos para por em prática o serviço local. Isso além dos profissionais das áreas de psicologia e psico-pedagogia que os auxilia, sacerdotes e religiosos para o atendimento espiritual e benfeitores para colaborar de diversas formas.

Atualmente contamos com a colaboração de treze (13) frades empenhados diretamente nesse serviço, dez (10) leigos promotores vocacionais, mais de noventa (90) benfeitores e quatro (04) profissionais das áreas de psicologia e pedagogia e mais de quinze (15) religiosos que atendem a direção espiritual.

Os dados vocacionais da Província Capuchinha Nossa Senhora do Carmo são os seguintes:
Mais de 70 jovens acompanhados nas famílias, 03 aspirantes em Capanema - PA e 02 em Tuntum-MA, 18 postulantes em Barra do Corda e 10 em Marabá-PA, 07 noviços em Macapá- AP.

15 frades pós- noviços em S. Luis- MA e 12 em Belém-PA.

Obs: Na missão de Cuba iniciamos este amo com mais de 05 aspirantes acompanhados nas famílias.

Os dados vocacionais da diocese de Imperatriz:
Mais de 36 jovens acompanhados nas famílias, 02 jovens no propedêutico e 09 no seminário maior.

quarta-feira, 27 de abril de 2011

DIA MUNDIAL DE ORAÇÃO PELAS VOCAÇÕES




Queridos irmãos e irmãs!

O 48.º Dia Mundial de Oração pelas Vocações, que será celebrado no dia 15 de Maio de 2011, IV Domingo de Páscoa, convida-nos a refletir sobre o tema: «Propor as vocações na Igreja local». Há sessenta anos, o Venerável Papa Pio XII instituiu a Pontifícia Obra para as Vocações Sacerdotais. Depois, em muitas dioceses, foram fundadas pelos Bispos obras semelhantes, animadas por sacerdotes e leigos, correspondendo ao convite do Bom Pastor, quando, «ao ver as multidões, encheu-Se de compaixão por elas, por andarem fatigadas e abatidas como ovelhas sem pastor» e disse: «A messe é grande, mas os trabalhadores são poucos. “Pedi, pois, ao dono da messe que mande trabalhadores para a sua messe» (Mt 9, 36-38).

A arte de promover e cuidar das vocações encontra um luminoso ponto de referência nas páginas do Evangelho, onde Jesus chama os seus discípulos para O seguir e educa-os com amor e solicitude. Objeto particular da nossa atenção é o modo como Jesus chamou os seus mais íntimos colaboradores a anunciar o Reino de Deus (cf. Lc 10, 9). Para começar, vê-se claramente que o primeiro ato foi a oração por eles: antes de os chamar, Jesus passou a noite sozinho, em oração, à escuta da vontade do Pai (cf. Lc 6, 12), numa elevação interior acima das coisas de todos os dias.


A vocação dos discípulos nasce, precisamente, no diálogo íntimo de Jesus com o Pai. As vocações ao ministério sacerdotal e à vida consagrada são fruto, primariamente, de um contacto constante com o Deus vivo e de uma oração insistente que se eleva ao «Dono da messe» quer nas comunidades paroquiais, quer nas famílias cristãs, quer nos cenáculos vocacionais.

O Senhor, no início da sua vida pública, chamou alguns pescadores, que estavam a trabalhar nas margens do lago da Galileia: «Vinde e segui-Me, e farei de vós pescadores de homens» (Mt 4, 19). Mostrou-lhes a sua missão messiânica com numerosos «sinais», que indicavam o seu amor pelos homens e o dom da misericórdia do Pai; educou-os com a palavra e com a vida, de modo a estarem prontos para ser os continuadores da sua obra de salvação; por fim, «sabendo Jesus que chegara a sua hora de passar deste mundo para o Pai» (Jo 13, 1), confiou-lhes o memorial da sua morte e ressurreição e, antes de subir ao Céu, enviou-os por todo o mundo com este mandato: «Ide, pois, fazer discípulos de todas as nações» (Mt 28, 19).

A proposta, que Jesus faz às pessoas ao dizer-lhes «Segue-Me!», é exigente e exaltante: convida-as a entrar na sua amizade, a escutar de perto a sua Palavra e a viver com Ele; ensina-lhes a dedicação total a Deus e à propagação do seu Reino, segundo a lei do Evangelho: «Se o grão de trigo cair na terra e não morrer, fica só ele; mas, se morrer, dá muito fruto» (Jo 12, 24); convida-as a sair da sua vontade fechada, da sua ideia de auto-realização, para embrenhar-se noutra vontade, a de Deus, deixando-se guiar por ela; faz-lhes viver em fraternidade, que nasce desta disponibilidade total a Deus (cf. Mt 12, 49-50) e se torna o sinal distintivo da comunidade de Jesus: «O sinal por que todos vos hão-de reconhecer como meus discípulos é terdes amor uns aos outros» (Jo 13, 35).

Também hoje, o seguimento de Cristo é exigente; significa aprender a ter o olhar fixo em Jesus, a conhecê-Lo intimamente, a escutá-Lo na Palavra e a encontrá-Lo nos Sacramentos; significa aprender a conformar a própria vontade à d’Ele. Trata-se de uma verdadeira e própria escola de formação para quantos se preparam para o ministério sacerdotal e a vida consagrada, sob a orientação das autoridades eclesiásticas competentes. O Senhor não deixa de chamar, em todas as estações da vida, para partilhar a sua missão e servir a Igreja no ministério ordenado e na vida consagrada; e a Igreja «é chamada a proteger este dom, a estimá-lo e amá-lo: ela é responsável pelo nascimento e pela maturação das vocações sacerdotais» (JOÃO PAULO II, Exort. ap. pós-sinodal Pastores dabo vobis, 41). Especialmente neste tempo, em que a voz do Senhor parece sufocada por «outras vozes» e a proposta de O seguir oferecendo a própria vida pode parecer demasiado difícil, cada comunidade cristã, cada fiel, deveria assumir, conscientemente, o compromisso de promover as vocações. É importante encorajar e apoiar aqueles que mostram claros sinais de vocação à vida sacerdotal e à consagração religiosa, de modo que sintam o entusiasmo da comunidade inteira quando dizem o seu «sim» a Deus e à Igreja. Da minha parte, sempre os encorajo como fiz quando escrevi aos que se decidiram entrar no Seminário: «Fizestes bem [em tomar essa decisão], porque os homens sempre terão necessidade de Deus – mesmo na época do predomínio da técnica no mundo e da globalização –, do Deus que Se mostrou a nós em Jesus Cristo e nos reúne na Igreja universal, para aprender, com Ele e por meio d’Ele, a verdadeira vida e manter presentes e tornar eficazes os critérios da verdadeira humanidade» (Carta aos Seminaristas, 18 de Outubro de 2010).

É preciso que cada Igreja local se torne cada vez mais sensível e atenta à pastoral vocacional, educando a nível familiar, paroquial e associativo, sobretudo os adolescentes e os jovens – como Jesus fez com os discípulos – para maturarem uma amizade genuína e afetuosa com o Senhor, cultivada na oração pessoal e litúrgica; para aprenderem a escuta atenta e frutuosa da Palavra de Deus, através de uma familiaridade crescente com as Sagradas Escrituras; para compreenderem que entrar na vontade de Deus não aniquila nem destrói a pessoa, mas permite descobrir e seguir a verdade mais profunda de si mesmos; para viverem a gratuidade e a fraternidade nas relações com os outros, porque só abrindo-se ao amor de Deus é que se encontra a verdadeira alegria e a plena realização das próprias aspirações. «Propor as vocações na Igreja local» significa ter a coragem de indicar, através de uma pastoral vocacional atenta e adequada, este caminho exigente do seguimento de Cristo, que, rico de sentido, é capaz de envolver toda a vida.

Dirijo-me particularmente a vós, queridos Irmãos no Episcopado. Para dar continuidade e difusão à vossa missão de salvação em Cristo, «promovam o mais possível as vocações sacerdotais e religiosas, e de modo particular as missionárias» (Decr. Christus Dominus, 15). O Senhor precisa da vossa colaboração, para que o seu chamamento possa chegar aos corações de quem Ele escolheu. Cuidadosamente escolhei os dinamizadores do Centro Diocesano de Vocações, instrumento precioso de promoção e organização da pastoral vocacional e da oração que a sustenta e garante a sua eficácia. Quero também recordar-vos, amados Irmãos Bispos, a solicitude da Igreja universal por uma distribuição equitativa dos sacerdotes no mundo. A vossa disponibilidade face a dioceses com escassez de vocações torna-se uma bênção de Deus para as vossas comunidades e constitui, para os fiéis, o testemunho de um serviço sacerdotal que se abre generosamente às necessidades da Igreja inteira.

O Concílio Vaticano II recordou, explicitamente, que o «dever de fomentar as vocações pertence a toda a comunidade cristã, que as deve promover, sobretudo mediante uma vida plenamente cristã» (Decr. Optatam totius, 2). Por isso, desejo dirigir uma fraterna saudação de especial encorajamento a quantos colaboram de vários modos nas paróquias com os sacerdotes. Em particular, dirijo-me àqueles que podem oferecer a própria contribuição para a pastoral das vocações: os sacerdotes, as famílias, os catequistas, os animadores. Aos sacerdotes recomendo que sejam capazes de dar um testemunho de comunhão com o Bispo e com os outros irmãos no sacerdócio, para garantirem o húmus vital aos novos rebentos de vocações sacerdotais. Que as famílias sejam «animadas pelo espírito de fé, de caridade e piedade» (Ibid., 2), capazes de ajudar os filhos e as filhas a acolherem, com generosidade, o chamamento ao sacerdócio e à vida consagrada. Convictos da sua missão educativa, os catequistas e os animadores das associações católicas e dos movimentos eclesiais «de tal forma procurem cultivar o espírito dos adolescentes a si confiados, que eles possam sentir e seguir de bom grado a vocação divina» (Ibid., 2).

Queridos irmãos e irmãs, o vosso empenho na promoção e cuidado das vocações adquire plenitude de sentido e de eficácia pastoral, quando se realiza na unidade da Igreja e visa servir a comunhão. É por isso que todos os momentos da vida da comunidade eclesial – a catequese, os encontros de formação, a oração litúrgica, as peregrinações aos santuários – são uma ocasião preciosa para suscitar no Povo de Deus, em particular nos menores e nos jovens, o sentido de pertença à Igreja e a responsabilidade em responder, com uma opção livre e consciente, ao chamamento para o sacerdócio e a vida consagrada.

A capacidade de cultivar as vocações é sinal característico da vitalidade de uma Igreja local. Invoquemos, com confiança e insistência, a ajuda da Virgem Maria, para que, seguindo o seu exemplo de acolhimento do plano divino da salvação e com a sua eficaz intercessão, se possa difundir no âmbito de cada comunidade a disponibilidade para dizer «sim» ao Senhor, que não cessa de chamar novos trabalhadores para a sua messe. Com estes votos, de coração concedo a todos a minha Bênção Apostólica. Vaticano, 15 de Novembro de 2010.
BENEDICTUS PP. XVI

terça-feira, 1 de março de 2011

Agenda do Grupo Vocacional de Imperatriz-MA

Fevereiro
Dia 24 às 19:30h - Missa com os Amigos das Vocações
Dia 28 às 19:00h - Planejamento

Março
Dia 09 às 19:00h
Tema: Conhecendo a Família Franciscana
Dia 24às 19:30h
Adoração dos Amigos das Vocações
Dia 31 às 19:00h
Tema: Conhecendo melhor a Ordem dos Frades Menores Capuchinhos

Abril
Dia 14 às 19:00h
Tema: Introdução geral aos Sacramentos
Dia 21 às 19:30h
Missa dos Amigos das Vocações
Dia 28 às 19:00h
Tema: Sacramentos da Iniciação Cristã: Batismo, Crisma e Eucaristia

Maio
Dia:12 às 19:00h
Tema: Sacramentos da Cura:Penitência e Unção dos Enfermos
Dia 19 às 19:30: Adoração dos Amigos das Vocações
Dia 26 às 19:00h
Tema: A Vocação de Maria

Junho
Dia 09 às 19:00h
Tema:Sacramentos dos Estados de Vida: Ordem e Matrimônio
Dia16 às 19:30h
Missa dos Amigos das Vocações
Dia 30 às 19:00h
Tema: A Vocação dos Apóstolos e dos Primeiros discípulos

Julho
Dias:03-08 – Semana Vocacional
Local: Barra do Corda-MA
Dia 21 às 19:30h
Adoração dos Amigos das Vocações

Agosto
Dia11 às 19:00h
Tema :Vocação - etimologia e aspecto antropológico
Dia 25 às 19:30h
Tema: Adoração dos Amigos das Vocações- Orando pelas Vocações à Vida Matrimonial e Familiar

Setembro
Dia 08 às 19:00h
Tema: Introdução Geral à Bíblia
Dia 22 às 19:30h
Missa dos Amigos das Vocações

Outubro
Dia 06 às 19:30h
Adoração dos Amigos das Vocações
Dia 13 às 19:00h
Tema: A Vocação na Bíblia
Dia 27 às 19:00h
Tema: Minha Vida Efetiva e Sexual

Novembro
Dia 10 às 19:00h
Tema: A Importância do Equlilíbio da Vida Afetiva e Sexual para a Vocação
Dia 17 às 19:30h
Missa dos Amigos das Vocações
Dia 24 às 19:00h
Tema: Encerramento

Dezembro
Dias:05-10 – Semana Vocacional
Local: Barra do Corda-MA
Dia 29 às 19:00h
Missa e confraternização dos Amigos das Vocações

“A vocação de toda a criatura, especialmente a do homem, consiste em realizar o plano de Deus delineado por aqueles Dons que o Criador depositou nele”